É COLÔNIA OU PERFUME? SAIBA AS DIFERENÇAS

Conheça a história de cada um e o que é preciso para conservar a fragrância em sua pele

Há muitos anos, usar perfumes era algo bem diferente do que estamos acostumados hoje. Antes de as opções ‘colônia’ e ‘perfume’ existirem, o aroma vinha da queima de resinas, ervas e madeiras. A palavra perfume, inclusive, é originada do latim “per fumum”, que significa “por meio da fumaça”, em uma referência ao modo como se perfumava.

“As civilizações antigas queimavam essas substâncias, transformavam-nas em óleo perfumado e incensos para homenagear os deuses”, explica Débora Xavier, que é gerente de desenvolvimento de produto da Phebo. Além do uso para fins espirituais, "há a lenda de Cleópatra, que tomava banho de rosas como uma forma de sedução", relata a gerente. Assim, vemos várias formas de perfumar, mas não exatamente como usamos hoje.

O perfume, como é mais comum a nós, passou a existir apenas na Idade Média e no Renascimento e foi evoluindo pouco a pouco. Já a colônia, ou água de colônia, foi criada no século XVIII pelo imigrante italiano Johann Baptist Farina, ao diluir mais os óleos perfumados em álcool — e o nome se deve ao fato de ter sido criada na cidade alemã de Colônia.